Pensando em voz alta

Estou há quase 20 anos com o mesmo homem. Nos separamos brevemente (por 1 ano) em 2007, retomamos a relação em 2008 e desde então estamos juntos. Embora exista dentro de mim uma paixão quase incontrolável por tudo que faço e um desejo por paixão pela vida que dificilmente me abandona, nunca quis um amor que fosse feito de arroubos emocionais. Mas, se sou muito sincera, sinto sim, em inúmeras ocasiões, falta daquelas paixões de filmes e novelas.

As coisas vinham bem, até que algo muda ou exige mudança: a nossa relação conforme a conhecemos já não dá para continuar. Em alguns casos, sentimos a necessidade de aprofundar vínculos: precisamos avançar para o próximo estágio, casar, morar juntos. Em outros, as incompatibilidades são muitas para permitir que o casal siga juntos, e aí entra em jogo a possibilidade da separação. O que fazer? Será que é possível nos orientarmos através da Astrologia? Certamente.

Poucas coisas na vida estão tão relacionadas à nossa criação e educação como os relacionamentos que estabelecemos como adultos. É o tipo de relacionamento que estabelecemos com nossos cuidadores primários que determinará como nos relacionaremos com futuros parceiros. Por exemplo...

Dentro da complexa combinação de fatores que é o nosso mapa natal, existem três pontos que falam muito da gente: o Sol, a Lua e o Ascendente. O Sol representa aquilo que somos quando pensamos antes de ser, a Lua representa aquilo que somos antes de podermos pensar sobre o que somos e o Ascendente funciona como a nossa máscara social. No entanto, para relacionamentos prevalece a combinação Sol-Lua. Veja como a sua combinação pode influenciar e como evitar problemas.

A ideia de que somos incompletos é uma falácia, porque as características representadas pelo signo na cúspide da casa 7 do nosso mapa natal estão no nosso mapa e, portanto, pertencem a gente. Nós nascemos completos, mas projetamos nos outros as nossas características com as quais não estamos familiarizados ou com as quais não nos sentimos confortáveis, sem sequer nos darmos conta disso.

Precisamos desconstruir algumas crenças prejudiciais passadas de geração a geração, que são aceitas sem ser questionadas, abordando-as com objetividade e lógica, porque muitas destas ideias servem apenas para nos manter aprisionados em situações dolorosas, o que beneficia somente a uma pequena minoria – geralmente, a minoria que exerce poder sobre a gente e nos causa sofrimento de alguma forma.

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